"Saindo de lá, o anjo teletransportou-se para outro lugar, aqui mesmo na terra, para observar mais os humanos. E pensava:
Será que todos os homens são tão burros quantos aqueles filósofos que se julgavam tão inteligentes?
Farei um teste!
E o anjo viu um homenzinho passante, que olhava as vitrines, as mulheres, os carros, mas era um homem pobre, daqueles que não tem nada mesmo.
Chamou o homem para perto e lhe fez uma proposta:
- Sou um anjo e vou lhe conceder um dom, você terá que escolher entre duas coisas:
vi que você é pobre e não tem nada, mas pelo jeito como olha as coisas, você gostaria de ter muito mais, certo?
- Certo, sim, seu anjo!
- A primeira opção é:
você será o homem mais rico de todos os tempos, será o mais famoso, terá sorte e terá todas as mulheres que quiser, será amado por todos e todas e será dono de tudo e mandará em todo mundo e viverá cheio de prazer e satisfação até o fim de seus dias!
- Certo, e qual é a outra?
- A outra é que você apenas será eterno a partir de agora, nunca irá ficar doente, nem irá envelhecer, mas não te darei riqueza, fama, glória, fortuna, mulheres, poder, prazer e satisfação, continuarás pobre e desconhecido por tua conta!
Qual dos dois dons escolhes?
- Posso pensar um pouco?
- Pode!
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Supondo que esta pessoa seja você, qual seria a sua escolha?
Já elucido que não há escolha certa a não ser aquela que te moveu a escolhe-la. Será você, através da meditação e reflexão sobre si mesmo, que irá descobrir os pontos positivos e negativos de cada uma das duas opções, porque as duas são boas e más ao mesmo tempo, conforme você as contextualizar:
"a bondade não está nos objetos, mas na ação que o coração executa com eles".


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