Quem leva a vida de forma tensa tem um risco três vezes maior de sofrer um AVC (acidente vascular cerebral, vulgo derrame) e seis vezes maior de ataque cardíaco. Muita gente não desconfia, mas explosões frequentes caracterizam uma doença crônica conhecida como transtorno explosivo intermitente (TEI). É uma disfunção do funcionamento do sistema nervoso central que atinge a área do cérebro que regula a impulsividade. Vítimas da síndrome perdem o controle e reagem com agressividade – ofendendo, gritando, socando a parede – de forma desproporcional. O problema é que o TEI é uma doença ainda pouco conhecida no mundo todo, já que o portador é costumeiramente considerado apenas um “cara nervosinho”. “A falta de percepção da gravidade da raiva crônica dificulta o diagnóstico e o tratamento da doença”, afirma o psicoterapeuta Mike Fisher, fundador da Associação Britânica de Gerenciamento da Raiva. O TEI fica caracterizado se o sujeito explode mais de duas vezes por semana, e a situação se prolonga por alguns meses. Na maioria dos casos o paciente não se dá conta de que é portador do transtorno (como se pode notar nos dois personagens principais do filme Tiros em Columbine, do diretor americano Michael Moore). A gente torce que esse não seja seu caso. Como a última coisa que queremos é que você morra de raiva, conheça como agir em situações capazes de provocar erupções de seu vulcão interno e comprometer sua saúde e seus relacionamentos.
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Vencer a si mesmo! Palestra proferida na Escola de Filosofia à Maneira Clássica Nova Acrópole, do bairro de Manaíra, da cidade de João Pessoa, capital do estado da Paraíba, Brasil. Eu não preciso colocar o dedo na tomada para saber se dar choque. A investigação pressupõe a uma constatação, e não apenas acúmulo de informação. Geralmente, as pessoas tem que triunfar não em cima de 2 milhões de persas nas Termófilas, mas nas coisas pequenas. Não há como não associar a palavra vencer a guerra. Porém, numa certa arte marcial, quando se estar pronto para a batalha, o inimigo não é o outro, mas está em nós mesmos. É a guerra interior. O outro, supostamente inimigo, vira um amigo e nos mostra onde estão nossos pontos fracos, nossas debilidades, nosso calcanhar de Aquiles. E para aqueles que estão desanimados para a guerra, faço minhas palavras as palavras de Morfeu, no filme “Matrix Reloaded”: “E se a guerra acabasse amanhã, será que não vale à pena lutar por isso? Será que não vale à pena morrer por isso?” Esse texto fala fundamentalmente da guerra interior, que parte do pressuposto do general chinês Sun Tzu, autor do livro “A Arte da Guerra”, que, devemos conhecer a si mesmo, conhecer nosso inimigo, e o contexto em que se acontece à guerra. Temos, sobretudo, conhecer nossos limites e limitações. Onde os limites são exteriores, e as limitações interiores. E devemos nos focar mais nas causas das limitações do que na sua forma. Por exemplo, o problema não é quando nós temos medo, mas quando o medo nos possui. E muitas vezes nossas limitações nos mostram algo que devemos consertar e assim, depois da correção, levar a qualidade em xeque ao aperfeiçoamento. E as limitações como o temor, pode ser um aliado para sermos prudentes. O medo pode ser um mecanismo de defesa, algo mais ligado ao instinto de sobrevivência. Porém, o problema é, como já disse, quando o medo nos possui. O contrário do medo é amor, e para superar o medo temos que nos focar no amor. Como Nietzsche diz: “Quando se olha muito para um abismo, o abismo o olha de volta!” Por isso temos que nos focar no amor. O medo muitas vezes aparece a nós de maneira disfarçada. Um exemplo de superação ao medo do desconhecido aparece no filme “Peixe grande e suas história maravilhosas (Big Fish)”, quando uma criança vai até uma bruxa que é famosa por dizer como a pessoa vai morrer quando se olha no olho de vidro dela, então a criança olha e diz: “É assim que vou morrer? Então quer dizer que nas outras circunstâncias eu vou viver?” Então, o garoto passa a viver a partir daquele momento, e se torna um aventureiro. Uma das fugas é se envolver nos problemas dos outros a ponto de esquecer-se de lutar interiormente e até exteriormente na sua própria vida. Dar a batalha. Fazer por merecer. Isso é diferente de quem é campeão de natação e quando ver o outro se afogando tem o dever de pular na água e salvar aquela pessoa. Diferente de quem não sabe nadar e só está limitado a buscar ajuda nas proximidades, achar alguém que sabe nadar para salvar o cidadão que está se afogando. Se bem que em alguns casos, como num caso hipotético em que uma mãe ver o filho se afogando, por sacrifício e agindo por instinto, ela pula na água sem saber nadar e acaba salvando o filho. Enfrentou o desconhecido em nome do amor ao filho; e venceu. Outro problema que temos é a preguiça. Sabemos o que temos que fazer e não fazemos que é diferente de falta de motivação. Quando não queremos ir a um lugar, e certo amigo liga e diz que aquela menina estar naquele lugar, e o garoto decide mudar de idéia e ir a tal lugar, esse é um problema de motivação. Quem tem mais liberdade numa empresa, o presidente da empresa ou o homem que trabalha na máquina de xérox? É o presidente, que pode abrir todos os arquivos, circular livremente na empresa, e, justamente é o que está mais compromissado com a empresa, quem mais carrega consigo responsabilidades. Como dizia Nietzsche: “Coração preso, espírito livre!” Ter compromisso com algo é sinônimo de liberdade. Agora, para fechar o texto, a pergunta: como superar as limitações? Com vontade. E como desenvolver essa vontade? Com ordem e disciplina. A vontade se conquista, não é algo dado de graça, vem do alto, e pelo alto fazermos algo com vontade. A vontade é um esforço consciente. Autor: Victor da Silva Pinheiro
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amor anjo lindo!! Além do amor Se tu queres que eu não chore mais, Diga ao tempo que não passe mais. Chora o tempo, o mesmo pranto meu. Ele e eu, tanto Que só para não te entristecer, Que fazer, canto, Canto para que te lembres, Quando eu me for. Deixa-me chorar assim , Porque eu te amo! Dói a vida, Tanto em mim Porque eu te amo! Beija até o fim, As minhas lágrimas de dor, Porque eu te amo, além do amor!
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"Te amo mentalmente..." (uauh...acho q inventei uma nova forma de amar!!!) É que te amo e... nada sei sobre ti... ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ Desconheço seu aspecto físico, nem imagino a sua idade e sua cor ou raça não me importariam mesmo que nos conhecêssemos... Nem tenho idéia como você entrou na minha lista ou... eu entrei na sua... e... um dia começamos a trocar e-mails... Estranhei... quem será???? AH... deixa pra lá... Nesse mundo virtual tantos vão e tantos vem em nossas listas... O tempo passou e você não foi e também não... Ficamos... continuamos unidos por nossas mensagens... e elas continuam indo...e vindo!... Você me ama e eu lhe amo... Amamo-nos apesar de não termos sequer a lembrança de um momento... Amamo-nos através de uma telinha fria que nos traz palavras e imagens.. Palavras e imagens que dizem: "Estou aqui...Lembrei de você!" Palavras e imagens que mexem conosco... Nos fazem rir, nos levantam o astral, nos fazem amar...e... Amamo-nos... Amamo-nos sem a imposição de condição alguma... Simplesmente amamo-nos! Não será esse nosso amor virtual o real AMOR INCONDICIONAL???... ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ Do fundo do coração e sem constrangimento eu lhe digo: Te amo, meu querido AMIGO... Te amo incondicionalmente... E como nada acontece por acaso... Sabe Deus se já não estivemos juntos em algum lugar do PASSADO?? Com carinho e bjs MIL!!!....
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